sábado, 11 de dezembro de 2010

Soneto Primeiro


Raio de sol nadando no mar calado,
manchando de luz as verdes imensidões.
Cumprindo a regra, calando escuridões.
Mate a noite! Liberte o dia atado!

Cantos dos pássaros que despertam vidas.
Contem aos prados que o alvor está vindo!
Peçam pêsames pelas trevas perdidas,
mas, não se esqueçam da aurora caindo.

Gire, oh Mundo!Continue, oh ciclo!
Oh, rotina cósmica da natureza,
desempenhe a sua função com destreza!

Vão-se embora velhas experiências!
Preencham-me novos acontecimentos,
sobreponham os já passados momentos!

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